Acordamos cedo, pegamos aquele café da manhã e fomos fazer os tramites de aduana em Iñapari. Lá, foi a minha vez de ser zoado. O agente da aduana, muito fechado e sério, começou a fazer os trâmites, normalmente. Em um dado momento, ele me chamou a atenção a um detalhe do formulário, me chamando de "gordito". Pronto. Aí virou esculhambação. Entrei na brincadeira. As coisas andaram mais rapidamente e com outro astral. Esse agente ficou mais à vontade e nos deu muitas informações sobre cuidado na estrada e recomendações. Acho q a coisa é por aí mesmo: com bom humor e boa vontadade, tudo funciona melhor. E até agora estou sendo chamado de "gorditôôôôôôôô". Finalizamos o processo e a 10 metros da aduana a policia peruana nos parou para checar o q tinhamos acabado de fazer. Ainda caí na besteira de discutir com o policial, mas tudo correu bem.




Já em Iñapari, que fica a menos de 500 metros da entrada de Assis Brasil, podemos ver a diferença de cultura. Vimos muitos Motocar, uma moto coberta por uma estrutura de lona e metal, de fabricação ou chinesa ou indiana. Os "postos de gasolina" são improvisados em casas de madeira.
Dica importante: trocamos o real por 1.71 soles. O câmbio é muito melhor na fronteira.
Mais estrada!! De Iñapari a Porto Maldonado faz um calor infernal, passamos por vários vilarejos e em cada um tem várias lombadas. Acho q tem mais de 100!! Parei de contar no 45o e nem estávamos no meio do caminho!! Almoçamos em Porto Maldonado (adivinhem: Padaria!!) e rumamos adiante.
Fomos dormir em Mazuco, cidade próxima ao início da subida aos Andes. No hotel conhecemos o Sebastião, que viajava solo em sua Comet. O Souza e o Jarley aproveitaram para acessar a internet. Eu e o Hermano conseguimos uma garrafa pequena de Pisco Vargas para saborear.
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| praca de alimentação de mazuco |
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| hostel de mazuco |
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| ele falou, vou comprar so um saquinho! |
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| bode/cebolito/sebastiao, nos acompanhou ate cusco |
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| saindo de mazuco. |
Pô o Souza com essa camisa? rsrsrs
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